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Por que nem todos os aprovados do CACD tomam posse

By 25 de fevereiro de 2019 No Comments

Há uma situação clássica e muito desconfortável que pode acontecer na vida de um cacdista experiente.

Uma pessoa próxima identifica o nome do candidato no edital com o resultado final contendo a lista dos aprovados. Ingenuamente, essa pessoa conecta a ideia da aprovação com a da convocação para assumir a vaga. Ela, excitadamente, arruma um jeito de entrar em contato com o candidato e parabenizá-lo pela realização do sonho de ser um diplomata: “eu sempre soube que seu esforço iria lhe recompensar! parabéns! você merece!”

Infelizmente, concurso público não é igual ao vestibular universitário.

Pessoas de fora do universo dos concursos dificilmente sabem disto (nem mesmo todos concurseiros sabem): os conceitos de “aprovado”, “convocado” e “empossado” são diferentes. Todos convocados foram aprovados, mas nem todos aprovados serão convocados.

Por que isso ocorre?

Pois, prevendo situações em que convocados não serão empossados nas suas vagas, a administração pública permite que um concurso qualifique mais candidatos que vagas disponíveis. Há, até mesmo, um parâmetro para isso: o decreto 6.944/09, que regulamenta os concursos federais.

Por exemplo, para um concurso com 30 vagas, segundo o decreto, o número máximo de aprovados deve ser o dobro das vagas, ou seja, 60 candidatos. Normalmente, os órgãos aprovam exatamente o teto do permitido. É o caso do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Portanto, todos os anos em que o MRE oferece 30 vagas para novos diplomatas, há 30 pessoas que serão aprovadas e certamente convocadas; e mais outras 30 que ficam sujeitas a estranha situação de serem aprovadas mas não convocadas. Algumas podem passar por isso mais de uma vez na vida.

A boa notícia para o cacdista que fica nessa situação é que ele está realmente muito próximo de conseguir seu objetivo. O primeiro ponto fundamental em uma boa estratégia de estudos é “saber onde está”. E figurar entre os aprovados é uma resposta precisa para essa questão.

Com alguns ajustes táticos, é possível melhorar a classificação no ano seguinte. A plataforma de Diplomacia da Máquina de Aprovação, desenvolvida pelo Victor Maia, engenheiro do ITA e mestre em estatística pela UnB, é a melhor ferramenta disponível para promover essas correções e sistematizar os estudos.

O juiz federal e professor William Douglas, o “guru dos concursos”, vive repetindo seu mantra: “concurso não se faz para passar, mas até passar”. Para o cacdista, “passar” pode acontecer todos os anos. Aproveite!

 

A diplomacia na Máquina de Aprovação

A Máquina de Aprovação já contribuiu para o sucesso de diversos candidatos. Aproveite o tempo disponível antes do edital e monte um plano de estudos personalizado e pragmático, com o auxílio da tecnologia. Caminhe, sem desvios, para a aprovação.

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