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Engenharia

Prevenção e Combate a Incêndios

By 8 de janeiro de 2019 No Comments

Esta aula tem como objetivo descrever os conceitos mais importantes concernentes a Prevenções e combate de Incêndios para concursos de engenharia civil. O material é baseado nas NBR 9077, 10897 e 17240 e nos resumos preparados para consolidação do conhecimento da matéria ao longo dos anos.

Considerações Iniciais

A proteção contra incêndios deve ser entendida como o conjunto de medidas para a detecção e controle do crescimento do incêndio e o combate a sua consequente contenção ou extinção.

Os objetivos da prevenção são:

  • A garantia da segurança à vida das pessoas que se encontrarem no interior de um edifício;
  • Aprevenção da conflagração e propagação do incêndio, envolvendo todo o edifício, quando da ocorrência de um incêndio;
  • A proteção do conteúdo e a estrutura do edifício; e
  • Minimizar os danos materiais de um incêndio.

Os meios de combate à incêndio podem ser por extintores, hidrantes, mangotinhos, chuveiros automáticos (sprinklers) ou brigadas de incêndio. O extintor portátil é um aparelho manual, constituído de recipiente e acessório, contendo o agente extintor, destinado a combater princípios de incêndio.

O extintor sobre rodas (carreta) também é constituído em um único recipiente com agente extintor para extinção do fogo, porém com capacidade de agente extintor em maior quantidade.

As previsões destes equipamentos nas edificações decorrem da necessidade de se efetuar o combate ao incêndio imediato, após a sua detecção, em sua origem, enquanto são pequenos focos.

 

Importante ressaltar que a reserva técnica de incêndio corresponde por norma a 20% do volume total do reservatório. Essa parte sempre estará cheia, mesmo que acabe a água de distribuição a reserva não poderá ser utilizada. Para garantir esse nível mínimo da reserva técnica a tubulação que saí para o barrilete de distribuição encontra-se acima desse nível, assim em caso de incêndio haverá esse volume da reserva mais o volume de água que estava no reservatório para distribuição.

Além disso, os preparativos necessários para o seu manuseio não consomem um tempo significativo, e consequentemente, não inviabilizam sua eficácia em função do crescimento do incêndio.

Os extintores portáteis e sobre rodas podem ser divididos em cinco tipos, de acordo com o agente extintor que utilizam:

  • Água;
  • Espuma mecânica;
  • Pó químico seco;
  • Dióxido de carbono; e
  • Halon.

Esses agentes extintores se destinam a extinção de incêndios de diferentes naturezas. A quantidade e o tipo de extintores portáteis e sobre rodas devem ser dimensionados para cada ocupação em função:

  • Da área a ser protegida;
  • Das distâncias a serem percorridas para alcançar o extintor; e
  • Dos riscos a proteger (decorrente de variável “natureza da atividade desenvolvida ou equipamento a proteger”).

Sistema de hidrantes é uma proteção ativa, destinada a conduzir e distribuir tomadas de água, com determinada pressão e vazão em uma edificação, assegurando seu funcionamento por determinado tempo. Sua finalidade é proporcionar aos ocupantes de uma edificação, um meio de combate para os princípios de incêndio no qual os extintores manuais se tornam insuficientes. A utilização de bomba centrífuga é necessária para atendimento aos hidrantes quando a pressão for abaixo da necessária.

Os mangotinhos apresentam a grande vantagem de poder ser operado de maneira rápida por uma única pessoa. Devido a vazões baixas de consumo, seu operador pode contar com grande autonomia do sistema.

O sistema de chuveiros automáticos(Sprinkles) é composto por um suprimento d’água em uma rede hidráulica sob pressão, onde são instalados em diversos pontos estratégicos, dispositivos de aspersão d’água (chuveiros automáticos), que podem ser abertos ou conter um elemento termo-sensível,que se rompe por ação do calor proveniente do foco de incêndio, permitindo a descarga d’água sobre os materiais em chamas.

O sistema de chuveiros automáticos para extinção a incêndios possui grande confiabilidade, e se destina a proteger diversos tipos de edifícios.

O estoque de chuveiros automáticos sobressalentes deve incluir todos os modelos instalados na edificação, devendo ser composto da seguinte forma:

  • 6 chuveiros ,no mínimo, para sistemas com até 300 chuveiros automáticos;
  • 12 chuveiros, no mínimo, para sistemas com 301 a 1000 chuveiros automáticos;
  • 24 chuveiros no mínimo, para sistemas com mais de 1000 chuveiros automáticos

A área de cobertura de um sprinkler depende não só do tipo de chuveiro automático que é utilizado, mas também do tipo de teto a ser protegido e o risco onde está enquadrada a edificação a proteger. No entanto, cada tipo de chuveiro automático possui uma área máxima de cobertura, pois seus orifícios de descarga e design são diferenciados. Na tabela a seguir verificam-se as áreas máximas e mínimas de cobertura por tipo de chuveiro.

A distância entre chuveiros automáticos depende da intersecção formada pela área de cobertura e pela altura no qual estão fixados os mesmos, pois na intersecção destas áreas não poderá ocorrer o aparecimento de áreas cegas ou desprotegidas.

O dimensionamento da Brigada de Incêndio deve atender às especificações contidas nas normas técnicas adotadas pelo Corpo de Bombeiros, por meio de Norma Técnica.

A população do edifício deve estar preparada para enfrentar uma situação de incêndio, quer seja adotando as primeiras providências no sentido de controlar o incêndio ou abandonar o edifício de maneira rápida e ordenada.

Para isto ser possível é necessário como primeiro passo, a elaboração de planos para enfrentar a situação de emergência que estabeleçam em função dos fatores determinantes de risco de incêndio, as ações a serem adotadas e os recursos materiais e humanos necessários. A formação de uma equipe com este fim específico é um aspecto importante deste plano, pois permitirá a execução adequada do plano de emergência.

Essas equipes podem ser divididas em duas categorias, decorrente da função a exercer:

  • Equipes destinadas a propiciar o abandono seguro do edifício em caso de incêndio; e
  • Equipe destinada a propiciar o combate aos princípios de incêndio na edificação.

As classes de incêndio são a classificação didática na qual se definem fogos de diferentes naturezas. Adotada no Brasil em quatro: fogo classe A, fogo classe B, fogo classe C e fogo classe D.

  • classe A: Fogo em materiais combustíveis sólidos, que queimam em superfície e profundidade, deixando resíduos.
  • classe B: Fogo em líquidos e gases inflamáveis ou combustíveis sólidos, que se liquefazem por ação do calor e queima somente em superfície.
  • classe C: Fogo em equipamentos de instalações elétricas energizadas.
  • classe D: Fogo em metais pirofóricos.

Os incêndios são classificados de acordo com as características dos seus combustíveis. Somente com o conhecimento da natureza do material que está queimando, pode-se definir o melhor método para uma extinção rápida e segura. Desse modo, por exemplo não é recomendável a utilização de um extintor de espuma para incêndio de classe C, porque a espuma possui água na sua composição.

De acordo com a norma, que trata de proteção contra incêndios, os locais de trabalho deverão dispor de saídas em número suficiente e dispostas de modo que aqueles que se encontrem nesses locais possam abandonar o recinto com rapidez e segurança em caso de emergência. As saídas devem ser dispostas de tal forma que, entre elas e qualquer local de trabalho, não se percorra distância maior que 15 metros em situações de risco grande e 30 metros em situações de risco médio ou pequeno.

Estas distâncias poderão ser modificadas, para mais ou menos, a critério da autoridade competente em segurança do trabalho, se houver instalações de chuveiros sprinklers automático e segundo a natureza do risco.

A NR-23 é uma das normas regulamentadoras da CLT, sobre saídas de emergência, além do exposto acima seguem os outros requisitos:

  • A largura mínima das aberturas de saída deverá ser de 1,20m.
  • O sentido de abertura da porta não poderá ser para o interior do local de trabalho.
  • Onde não for possível o acesso imediato às saídas, deverão existir, em caráter permanente e completamente desobstruídos, circulações internas ou corredores de acesso contínuos e seguros, com largura mínima de 1,20m.
  • As aberturas, saídas e vias de passagem devem ser claramente assinaladas por meio de placas ou sinais luminosos, indicando a direção da saída.
  • As saídas e as vias de circulação não devem comportar escadas nem degraus; as passagens serão bem iluminadas.
  • Os pisos, de níveis diferentes, deverão ter rampas que os contornem suavemente e, neste caso, deverá ser colocado um “aviso” no  início  da rampa, no sentido do da descida.
  • Escadas em espiral, de mãos ou externas de madeira, não serão consideradas partes de uma saída.

Por exemplo: em uma área de 250 m2 , com risco médio de incêndio e classe de ocupação B, segundo o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), a ser protegida por uma unidade extintora, a distância máxima recomendada para o alcance do extintor pelo operador é de 20 m. Abaixo segue a tabela com as distâncias máxima recomendada em função do risco e do tipo de construção.

A Condução, convecção e irradiação são diferentes processos de propagação do calor. A definição de calor é energia térmica em trânsito, ou seja, está em constante movimentação e transferência entre os corpos do universo. No entanto, para que ocorra transferência de calor entre dois corpos é necessário que ambos possuam diferentes temperaturas, pois dessa forma, o calor irá fluir sempre do corpo de maior temperatura para o corpo de menor temperatura.

A condução térmica que consiste na transferência de energia térmica entre as partículas que compõem o sistema. Por exemplo: coloca-se uma das extremidades de uma barra metálica na chama de fogo. Após alguns instantes, percebe-se que a outra extremidade também esquenta, mesmo estando fora da chama de fogo.

A convecção térmica é o tipo de propagação do calor que ocorre nos fluidos em geral em decorrência da diferença de densidade entre as partes que formam o sistema. Dessa maneira, formam- se as correntes de convecção: o ar quente dos sobe para ser resfriado e o ar frio desce refrigerando. Essa também é a explicação do porquê o ar condicionado ser colocado na parte de cima de um ambiente.

A condução e a convecção são formas de propagação de calor que para ocorrer é necessário que haja meio material, contudo, existe uma forma de propagação de calor que não necessita de um meio material (vácuo) para se propagar, esta é a irradiação térmica. Esse tipo de propagação do calor ocorre através dos raios infravermelhos que são chamadas ondas eletromagnéticas. É dessa forma que o Sol aquece a Terra todos os dias, como também é o meio que a garrafa térmica mantém, por longo tempo, o café quentinho em seu interior.

Um elemento fundamental na prevenção e combate efetivo dos incêndios são os Circuito de Detecção ou “Laço” é definido como o circuito no qual estão instalados os detectores automáticos, acionadores manuais ou quaisquer outros tipos de sensores pertencentes ao sistema, e podem ser das classes A e B.

O Circuito de Detecção ou “Laço” Classe A é todo circuito no qual existe a fiação de retorno à central (laço de ida e volta – circuito redundante). Recomenda-se que o circuito de retorno à central tenha trajeto distinto daquele da central proveniente.

O Circuito de Detecção ou “Laço” Classe B é todo circuito no qual não existe a fiação de retorno à central (fios saem da central para os dispositivos e não voltam para fechar um laço).

Em qualquer edificação, os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas, enclausuradas ou não, as quais devem:

  • Quando enclausuradas, ser constituídas com material incombustível;
  • ter as portas de acesso a esta caixa de escada resistentes ao fogo por 30 min (PRF), e, preferencialmente, dotadas de vidros aramados transparentes com 0,50 m² de área, no máximo;
  • Quando não enclausuradas, além da incombustibilidade, oferecer nos elementos estruturais resistência ao fogo de, no mínimo, 2 h;
  • Ter os pisos dos degraus e patamares revestidos com materiais resistentes à propagação superficial de chama, isto é, com índice “A” da NBR 9442;
  • Ser dotados de guardas em seus lados abertos;
  • Ser dotadas de corrimãos;
  • Atender a todos os pavimentos, acima e abaixo da descarga, mas terminando obrigatoriamente no piso desta, não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada;
  • Ter os pisos com condições antiderrapantes, e que permaneçam antiderrapantes com o uso;
  • ser dotadas de alçapão de alívio de fumaça (alçapão de tiragem) que permita a ventilação em seu término superior, com área mínima de 1,00 m²;

As baterias da iluminação de emergência devem possuir vida útil de 4 anos, isentas de manutenção, quando centralizadas, em compartimento resistente a 2 horas de fogo.

Em locais de reunião de público acima de 200 pessoas, as Portas Corta-Fogo devem ser providas de barra antipânico.

A tubulação da rede interna de gás não pode passar no interior de:

  • Dutos de lixo, ar-condicionado e águas pluviais.
  • Reservatórios de água;
  • Dutos para incineradores de lixo
  • Poços de elevadores;
  • Compartimentos de equipamentos elétricos;
  • Compartimentos destinados a dormitórios;
  • Poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento;
  • Qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria ou por estas e o solo, sem a devida ventilação.Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para este fim (shafts),os quais devem conter apenas as tubulações de gás, líquidos não inflamáveis e demais acessórios, com ventilação permanente nas extremidades, sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida.
  • Qualquer tipo de forro falso ou compartimento não ventilado, exceto quando utilizado tubo-luva;

As válvulas e os reguladores de pressão devem ser instalados de modo a permanecer protegidos contra danos físicos e a permitir fácil acesso, conservação e substituição a qualquer tempo.

As tubulações aparentes de gás devem:

  • Ter as distâncias mínimas entre a tubulação de gás e condutores eletricidade de 0,30m, se o condutor for protegido por conduíte, e 0,50m, nos casos contrários;
  • Ter um afastamento no mínimo de 2m de pára raio e seus respectivos pontos de aterramento ou conforme a NBR 5419.
  • Ser pintadas na cor amarela conforme padrão 5Y8/12 do Sistema Munsell da NBR 12694.

Em relação aos abrigos para medidores de consumo e reguladores de pressão.

  • O local para leitura do consumo de gás deve ser construído em áreas de servidão comum. É permitida a leitura à distância ou remota.
  • O abrigo deve permanecer limpo e não pode ser utilizado como depósito ou outro fim que não aquele a que se destina.
  • É vedada a localização do abrigo do medidor ou regulador na antecâmara e/ou nas escadas de emergência.

A Área de refúgio é a parte de um pavimento separada do restante por paredes corta-fogo e portas corta-fogo, tendo acesso direto, cada uma delas, a uma escada de emergência.

A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência a 4 h de fogo.

Em edificações dotadas de áreas de refúgio, as larguras das saídas de emergência podem ser reduzidas em até 50%, desde que cada local compartimentado tenha acesso direto às saídas, com larguras correspondentes às suas respectivas áreas e não-menores que as mínimas absolutas de 1,10 m para as edificações em geral, 2,20 m para as ocupações H-2 e H-3.

As antecâmaras para ingressos nas escadas enclausuradas devem ser dotadas de porta corta-fogo na entrada e de porta estanque à fumaça na comunicação com a caixa da escada, bem como ter comprimento e pé-direito mínimos, em metros, respectivamente, de 1,80m e 2,50m.

A iluminação de emergência é obrigatória nos acessos e descargas:

  • sempre que houver exigência de escadas enclausuradas;
  • quando estas rotas de saída ultrapassarem 30 m, excetuadas as edificações de ocupação A (residencial);
  • em qualquer edificação não-residencial, classe Y;
  • em todas as edificações classe X, exceto casas unifamiliares (A-l).

O painel central indicará o estado de todos os ramais de detectores, mantendo o sistema em condições de permanente auto verificação, isto é, o próprio equipamento deverá ser capaz de acusar defeitos, tais como fios partidos, curto-circuitos, descargas à terra, equipamentos defeituosos, falta de energia elétrica e outros.

A localização do painel central deve ser em área de fácil acesso distante de materiais tóxicos e inflamáveis e sob vigilância humana constante, como por exemplo, portarias principais, salas de bombeiros, salas de pessoal de segurança.

Os ramais de detectores deverão representar subdivisões do prédio, indicando claramente a área supervisionada. Um maior número de ramais resulta em maior facilidade de operação e permite melhor adequação de planos de evacuação ou acionamento de portas, sistemas de combate e outros equipamentos.

Recomenda-se a adoção, de, pelo menos, um ramal por pavimento, ou um ramal por área máxima de 750 m2 e um ramal por edifício ou edificação isolada, não devendo ser ultrapassados estes valores.

A central de alarmes deverá estar localizada preferencialmente próxima à portaria ou guarita principal da edificação para que as equipes de bombeiros identifiquem o local que o sistema foi acionado por acionadores e/ou detectores.

As fontes ligadas no-breaks devem ser calculadas para suportar 24 horas em estado normal e mais 15 minutos com todos os dispositivos acionados.

Os acionadores manuais do alarme devem ser instalados junto aos hidrantes. Na impossibilidade devidamente comprovada, deverá ser instalado em locais com maior probabilidade de trânsito de pessoas em caso de emergência.

A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa, de qualquer ponto da área protegida até o acionador mais próximo não poderá ser superior a 30 metros.

Na separação vertical, cada andar da edificação deve ter pelo menos um acionador manual.

A altura da instalação deve estar entre 0,90 m e 1,35 m do piso acabado, na forma embutida ou de sobrepor, na cor vermelha segurança.

A intensidade do som emitido pelo alarme não comunicação verbal das equipes de salvamento, devendo possuir sonora mínima de 80 decibeis. Devem apresentar potência poderá impedir a uma intensidade sonora de 15 dBA acima do nível médio de som do ambiente ou 5 dBA acima do nível máximo de som do ambiente, medidos a 3 m da fonte.

Os detectores de fumaça podem ser do tipo iônico ou óptico, que possuem área máxima de ação de 81,00 m2 , podendo ser instalados até 8,0 m de altura.

A sinalização de orientação das rotas de saída deve ser localizada de modo que a distância de percurso de qualquer ponto da rota de saída até a sinalização seja de no máximo 7,5 m. Adicionalmente, esta sinalização também deve ser instalada de forma que no sentido de saída de qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte, distanciados entre si em no máximo 15,0 m. A sinalização deve ser instalada de modo que a sua base esteja no mínimo a 1,80 m do piso acabado.

A corrente por circuito de iluminação de emergência não poderá ser maior que l2 A por fiação. Cada circuito não poderá alimentar mais de 25 luminárias.

Em um projeto de proteção contra incêndios somente instalações elétricas da própria escada devem ser previstas em suas paredes ou até mesmo dentro delas.

Para Finalizar, o dispositivo de recalque, instalado na fachada principal da edificação, deve ter sua introdução voltada para a rua e para baixo em um ângulo de 45°.