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Diplomacia

Calendário histórico das fases do CACD

By 7 de março de 2019 No Comments

Sala histórica do Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro. O palácio foi sede do Ministério das Relações Exteriores antes da mudança de capital (MRE/Flickr).

A preparação para cada fase

Uma questão incômoda para muitos estudantes do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) é quanto tempo dedicar na preparação para cada uma das fases do concurso.

Além de “quanto tempo”, também há a questão de “quando” se preparar para cada uma das fases. Os problemas surgem na origem do concurso, pois trata-se de um certame complexo, com provas objetivas e dissertativas, divididas em até 4 fases. Ao menos as provas orais já não existem. Foram abolidas em 2005.

Há candidatos que, desde o início, preparam-se para todas as provas. E há outros que somente após a aprovação nas provas objetivas de 1ª fase começam o treinamento para as provas dissertativas das fases seguintes.

O calendário histórico do CACD

Uma informação muito útil para lidar com essa questão é o tempo que separa cada uma das fases. Com esse objetivo, elaboramos um quadro expressivo do histórico do CACD, desde quando o Cespe começou a contribuir com a organização do concurso, em 2002.

Evidentemente, a duração dos intervalos, os tipos de provas e até mesmo a quantidade de fases pode mudar de uma edição para outra. Por isso, a avaliação do histórico não supera a necessidade de se observar o próximo edital.

Os dados foram colhidos dos editais de abertura disponíveis no site do Cespe. Muitas vezes, as datas são alteradas durante a realização do certame, como ocorreu em 2018. No entanto, para efeito de preparação, a informação do que era previsto inicialmente é mais interessante.

O fator tempo

Como pode ser observado, as fases são separadas por poucos dias, sobretudo nas edições mais recentes. Com o calendário apertado, obviamente, a preparação adequada para cada fase é dificultada.

Logo, é importante ter um plano de estudos que contemple a preparação para provas objetivas e dissertativas, desde o início.

Se o fator tempo não é definitivo para se tomar essa decisão, há ainda a importância do método de estudo e da aprendizagem.

O fator aprendizado

Fazer uma preparação completa pode parecer complicado. No entanto, a recompensa pode vir na eficiência dos estudos e do aprendizado.

O hábito de escrever e resumir, com as próprias palavras, é um poderoso meio de absorção de conhecimento. Victor Maia, fundador do EduQC, defende esse teoria.

Victor, engenheiro do ITA, mestre em estatística pela UnB, já foi aprovado em diversos concursos, como os de Agente e Perito da Polícia Federal; Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados; e Auditor da Controladoria Geral da União.

Sobre o desafio de uma preparação completa e o desconforto de elaborar resumos, Victor fez os seguintes comentários:

Via de regra, as formas mais eficientes de aprender são também as mais difíceis e as mais cansativas.

Por isso que muitos candidatos gostam de se sentar passivamente numa cadeira confortável para assistir aula ou ler.

Eles preferem a ilusão de que estão aprendendo por osmose um conteúdo a enfrentar a dificuldade de resumir um assunto qualquer com suas próprias palavras.

É um desafio enorme…mas é muito importante que o que você aprende seja gravado com força. Isso acontece quando você desafia o conhecimento.

(Victor Maia, em entrevista para o canal da “Isto é” no Youtube)

 

A diplomacia na Máquina de Aprovação

A plataforma da Diplomacia na Máquina de Aprovação pode contribuir muito para uma preparação que seja ao mesmo tempo completa e pragmática, sofisticada e possível de se realizar.

Com auxílio da tecnologia, a sistematização é muito facilitada. A criação do plano de estudos personalizado é feita a partir do tempo livre disponível e dos diagnósticos de evolução após cada simulado.

Experimente essa experiência e caminhe, sem desvios, para a aprovação e ingresso no serviço exterior brasileiro.

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