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Diplomacia

Inovações de sucesso e insucesso

By 24 de abril de 2019 No Comments

Ocasião da formatura do Instituto Rio Branco, em 2018 (MRE/Flickr).

Os posts anteriores

Até aqui, foi apresentado o panorama geral do histórico do TPS com destaque para modificações pontuais, a partir do início da colaboração entre IRBr e Cebraspe.

No entanto, já houve tentativas de mudanças significativas ainda não citadas.

O histórico de alterações do TPS

Em 2008, a quarta fase foi elaborada como uma prova de disciplina eletiva. O candidato deveria selecionar um entre sete idiomas para ser examinado: espanhol, francês, alemão, árabe, mandarim, japonês ou russo. Foi a única edição do CACD em que isso aconteceu. Mencionamos esse episódio neste post.

Ainda sobre idiomas, entre os anos de 2014 e 2016, a prova de ESP e FRA era objetiva, de julgamento “C ou E”. O formato era de 50 questões, 25 para cada idioma. Cada questão tinha 4 itens com valor de 0,50 ponto cada um.

Quanto ao TPS, nos anos de 2013 e 2014, a primeira fase teve caráter eliminatório e classificatório. Desse modo, a NF máxima não era “redonda”. Em 2013, foi de 865 pontos; em 2014, de 773 pontos; a variação de um ano para o outro é explicada pelas diferenças na quantidades de pontos do TPS e na quantidade de provas dissertativas.

Entre os anos 2006 e 2013, as questões do TPS mesclavam dois modelos: de “C ou E”, como atualmente; ou de múltipla escolha, com 5 itens de “A a E”. No segundo tipo, a penalização por erro era diferenciada. Deveria ser marcado apenas um item e se o candidato acertasse, levaria “+1,00” ponto, mas se errasse, a penalização era só de “-0,20” ponto.

Além disso, nesse período, a quantidade de questões mudou duas vezes. Variou de 65 para 80 questões, em 2009; mas, em 2011, a mudança foi desfeita.

Em 2003 e 2004, as disciplinas de LP e ING eram de pontuação dobrada. As provas contavam com 150 itens, apenas do tipo “C ou E”. Mas cada ano com sua particularidade. Em 2004, não havia a divisão de itens por questão e cada item tinha valor de 1 ponto. Em 2003, os itens foram divididos em 30 questões, cada uma com 5 itens com valor de 0,20 ponto. Em ambos os anos a marcação errada também levava a penalização. Isso, de fato, nunca mudou.

Por fim, talvez a pior das tentativas de inovação, em 2005, o TPS contou com 45 questões objetivas e 5 dissertativas. Os 600 primeiros candidatos na avaliação objetiva teriam a parte discursiva corrigida, que valia 15 pontos.

A série de posts sobre TPS e disciplinas

Esse é o quarto post da série de publicações sobre o TPS em contexto e a incidência de temas em questões de cada disciplina.

Nos próximos posts, falaremos de incidência de temas em questões e do que é mais importante em cada disciplina. Acompanhe!

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